Inovação

2019 começou de forma apaixonante, e não só para os fãs da tecnologia, pois no dia a dia já estamos a conviver com inovações que vão mudar a nossa vida, incluindo a Ford Pass Connect, a app que revolucionará a relação com o seu Ford.

Estamos num momento histórico apaixonante para a inovação. Ano após ano, as tecnologias fazem com que aquilo que ontem nos parecia uma novidade incrível hoje não passe de um avanço já caduco. Para conhecer um pouco do que o futuro nos reserva, analisamos um decálogo de revoluções tecnológicas que vão continuar a alterar as nossas vidas diárias como, por exemplo, o novo modem FordPass Connect.

Um telemóvel que se dobra como uma folha

Na Royole, a marca tecnológica sediada na Califórnia, dizem que o ecrã do seu último smartphone é praticamente inquebrável. É compreensível que façam finca-pé neste ponto: o FlexPai, como o nome indica, é o primeiro telemóvel do mundo à venda com ecrã flexível. Os engenheiros da marca trabalharam arduamente para dissipar as dúvidas dos mais céticos e asseguram que o ecrã permaneceu intacto mesmo depois de o terem dobrado 200.000 vezes seguidas.

Estará certamente a perguntar que vantagens tem um telemóvel assim, para além de deixar os amigos de boca aberta. Para começar, deste modo, poderá usufruir de um ecrã de tamanho tablet, de 7,8 polegadas, que, ao dobrar-se, se converte em dois, reduzindo o tamanho para o de um smartphone normal. E, por outro lado, o grafeno de que está feito, não proporciona apenas essa flexibilidade inédita do ecrã, também permite um nível de definição elevadíssimo.

Para não restarem dúvidas sobre a categoria premium deste novo telemóvel, os engenheiros da marca esconderam uma autêntica máquina nas suas entranhas: um processador Qualcomm com uma velocidade de processamento vertiginosa. As câmaras não ficam atrás: tem uma traseira de 20 mpx e outra na frente de 16, para as selfies. Ambas tiram partido do ecrã flexível: segundo os responsáveis pelo desenvolvimento, permite tirar fotos de ângulos impossíveis até agora.

Apesar de ser a primeira marca a lançar um telemóvel destes no mercado, a Royole não é a única, e é muito provável que em breve passemos a estar rodeados de ecrãs flexíveis: a Samsung já anunciou que o seu modelo chegará ao mercado este ano.

Cidades que pensam em si

A tecnologia necessária para a condução autónoma já existe, e a Ford incorporou nos seus veículos muitos dispositivos que aproveitam o melhor desta tecnologia. Por exemplo, o assistente de permanência na faixa ou o reconhecimento de sinais de trânsito. Segundo os especialistas, é provável que em 10 anos muitas estradas estejam já preparadas para uma circulação autónoma total, a de nível 5, na qual o condutor pode esquecer o volante. Mas a pergunta mais importante é: estarão as cidades também preparadas para este momento? Há já vários projetos neste sentido, como o da empresa de soluções tecnológicas IK4 Teknikere, concretamente, os seus semáforos inteligentes. Dependendo do fluxo de tráfego, estes semáforos decidem por si próprios quando deve ficar vermelho ou verde. A empresa já fez com êxito experiências piloto no centro de Munique: enquanto estes semáforos autónomos estiveram em funcionamento foi reduzida a intensidade de tráfego em 40%.

Um cérebro infinito

Está farto de passar horas e horas em frente ao ecrã de computador a analisar tabelas de excel? A partir de agora a analítica aumentada passará a ser cada vez mais habitual, especialmente nas empresas. Tratam-se de potentes softwares baseados no big data, que podem comparar milhões de dados num instante, tirar conclusões e identificar padrões. Isto tem uma utilidade clara nos estudos de mercado, mas não só: no sector do meio ambiente é uma arma muito valiosa na luta contra o aquecimento global, porque estabelece de forma precisa como se vai comportar o clima nos próximos anos. Na empresa de soluções tecnológicas Qlik referem-se a este fenómeno como inteligência aumentada: “amplifica o poder da intuição de uma pessoa com a velocidade e magnitude da tecnologia de processamento de dados”. E acrescentam: “A curiosidade humana liga-se pela primeira vez à inteligência artificial. Vão acontecer coisas extraordinárias”.

Um milhão de experiências, sem sair de casa

A tecnologia imersiva vai muito mais além daquilo que conhecemos como realidade virtual. Porque não se limita a uns óculos que projetam imagens, mas recorre também a hologramas, a sensores que transmitem estímulos hápticos e até a difusores de cheiros. Com esta nova tecnologia, se tocar num piano virtual, por exemplo, apesar de ser um holograma, os seus dedos vão sentir a sensação táctil das teclas. E se viajar virtualmente numa rua de Pequim, os difusores emitirão os cheiros típicos desta cidade. Embora já se tenham visto aplicações no campo da medicina (por exemplo, para operações à distância), os especialistas consideram que as experiências imersivas terão o seu maior impacto no mundo do entretenimento. E aqui as possibilidades são imensas: desde se poder recriar totalmente ambientes inventados, a se poder viajar, sem sair do seu sofá, até uma ilha paradisíaca do Pacífico.

Faça a gestão do seu Ford no telemóvel

A app FordPass Connect vai mudar para sempre a relação que tem com o seu carro, levando-a para um outro nível. Esta aplicação permite fazer funções que até agora eram apenas do domínio da ficção científica. Com o simples tocar do ecrã do telemóvel, por exemplo, poderá ligar o seu Ford à distância. Isto será muito útil em zonas de muito frio, uma vez que quando chegar ao carro o ambiente já terá atingido a temperatura ideal antes de arrancar. E tudo com a máxima segurança, pois quando ligar o motor a partir do smartphone, as portas bloqueiam-se automaticamente. Algo, claro, que também poderá fazer manualmente a qualquer momento.

A app também localizará o seu carro, onde quer que esteja. É habitual, quando visitamos uma cidade pela primeira vez, que nos desorientemos e não nos lembremos de onde deixamos o carro estacionado. A FordPass Connect vai indicar-lhe num mapa onde está o carro e qual o melhor caminho para chegar até ele. A app, além disso, permite saber em qualquer momento qual é o estado do seu Ford: num simples olhar vai poder saber, por exemplo, o nível do combustível, a pressão dos pneus ou a quilometragem. Isto será muito útil quando tiver uma viagem planeada e quiser ter a certeza de que o carro está preparado para partir.

Discos duros de ADN

Em 2018, uma equipa de investigadores aplicou pela primeira vez um algoritmo capaz de transmitir vídeo em streaming a uma cadeia de ADN. Com este feito surgiu uma nova técnica chamada DNA Fountain. A vantagem desta tecnologia é passar a ser possível armazenar muita informação num espaço mínimo, pois é capaz de armazenar 251 petabytes de dados numa grama de material biológico. Para que faça uma ideia: um petabyte equivale a um milhão de gigas. A Microsoft já anunciou que está a dedicar muitos recursos a esta tecnologia.

Computadores para se esquecer das tomadas

Com os últimos processadores desenvolvidos pela Qualcom, um computador portátil fará finalmente honras ao nome. A empresa estava até agora apenas focada nos telemóveis, mas acaba de entrar no sector dos computadores com um modelo que, segundo a empresa, conseguirá ter 20 horas de autonomia.

Consolas com jogos infinitos

Com o aumento exponencial da capacidade da internet e da iminente implementação do 5G, os videojogos em streamingtêm cada vez mais procura. A Xbox tomou nota e adiantou que certamente ainda este ano apresentará a primeira consola na qual não existirão cartuchos nem CD nem pen drive. A nova consola estará orientada exclusivamente para os jogos em rede.

Acaba de chegar a computação quântica

Esqueça os zeros e uns. Este sistema de cálculo digital usado pelos processadores será rapidamente coisa do passado, quando for implementado o bitquântico. Dito apressadamente: a capacidade de processamento aumentará de forma impressionante e um computador poderá descodificar perfeitamente o genoma humano ou prever o movimento das moléculas. Isto terá aplicações médicas até agora impensáveis, mas não tenham dúvidas de que a revolução chegará a todos os sectores imagináveis.

Falaremos com Robôs

Quando dizemos falar, referimo-nos a fazê-lo como se o nosso interlocutor fosse de facto humano. Não se trata de um robôfísico, mas de chatbots, isto é, sistemas de inteligência artificial que lhe permitem conversar com um servidor, equacionar dúvidas, queixas ou fazer-lhes pedidos. Estes sistemas já existem, mas a novidade para este ano é a evolução do sistema Natural Language Processing (NLP). Com este novo sistema, terá a sensação de que há uma pessoa do outro lado do teclado, ainda que na realidade esteja à conversa com uma máquina.

Descarregue aqui o seu catálogo Clique aqui para configurar o seu Ford